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A mostrar mensagens de 2010

A song at the last day of 2010...

Música de Paul McCartney em homenagem a John Lennon.

Hoje, na RTP2, dão, a partir da uma da manhã, três grandes concertos. Um do Paul McCartney, outro dos U2 e outro do Bruce Springsteen.

A ver.

Boa passagem de ano!

E um 2011 em grande!
Posto hoje, último dia de 2010, uma boa lista com os 10 filmes mais marcantes deste ano que está a chegar ao fim.

Podem consultar a lista aqui.

E com este, os capítulos todos ficam em dia!

Aqui está o capítulo em atraso que restava publicar do policial.

Depois, publicarei o desta semana, e depois o policial fica suspenso por duas semanas, para eu poder tempo de alterar coisas nos capítulos anteriores e na história em geral.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 36

-Nelo! – gritou a Anne, aflita, que veio a correr em direcção a nós, vinda da casa-de-banho. – O que é que te deu?

Aí, lembrei-me exactamente dos filmes do Rocky… Talvez, com a minha força «extraordinária», até podia pensar em fazer carreira no boxe. Mas esse pensamento rapidamente se evaporou da minha mente, para dar lugar a pânico do género «ESTOU FEITO! ESTOU TÃO FEITO! MEU DEUS, O QUE É QUE EU VOU FAZER?!»

-“Famem” o «INEM»! – Gritava o Augusto, que mal conseguia falar.

O João sacou do telemóvel (daquelas tabletes a que dão o nome de «Iphone»), marcou três algarismos e ligou.

-Está? Poderiam mandar uma ambulância para o restaurante «Os Minhotos no Sul»? Sim… Sim, é aí mesmo… É que houve aqui…

É o 16!

Cá vem o 16.º episódio do único programa da história da Humanidade em que o orçamento ronda os 0 euros, também ele especial, dedicado ao fim-de-ano.

Estou um bocado constipado, e para que a minha voz fosse perceptível, tive de pôr o volume da gravação no máximo (abençoada ferramentinha que descobri!).

Por isso, para juntarem mais 13 minutos de vida perdida, basta clicarem aqui.

Ah, e já agora, bom ano!

E hop! Cá vem mais um capítulo da saga com fama de sair sempre atrasada...

Nada a acrescentar.

Façam o favor então de ler mais um capítulo.

Curtinho.

Estou a pensar, depois de pôr este e o outro capítulo em falta, e também o desta semana, fazer uma interrupção de duas semanas no policial, para ter tempo de alterar coisas na história (se forem ver os primeiros capítulos, houve coisas que eu fui mudar, em termos de nomes, e certas sequências que não encaixavam), tá bom?

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 35

Decidi fazer o seguinte: Iria pedir para que os que ainda faltavam interrogar e que estavam presentes para irem para uma certa mesa, e os outros para irem para outra.

Levantei-me da cadeira e fui até ao sítio onde eles se iam sentar para almoçar. Ainda estavam em fase de preparação… estavam a arrumar umas mesas para ficarem todos juntos. Enfim, coisas que eu considero algo idiotas… agora é que se põem com mariquices de quererem estar todos unidos… Pois bem, que seja.

Ao chegar, de mãos nos bolsos e com ar trocista, perguntei aos presentes:

-…

Uma coisinha de um concursozinho

Isto é um pequeno trabalho que fiz para um concurso do Diário de Notícias, juntamente com a ajuda da professora de Literatura e de dois amigos (um deles tem um blog a dar os primeiros passos), que decidiram juntar-se ao grupo (porque não podia fazer sozinho... tinha de ser no mínimo 3 pessoas e um professor), e demos um nome ao grupo, que é nada mais nada menos que «The sounds of silence» (hmm... este nome faz-me lembrar uma música qualquer...).

O trabalhão que esta porcariazinha deu para fazer...

Agora fui ver os outros trabalhos em concurso... claro, devem ter tido mais condições para fazer... eu digo-vos que este texto foi feito sob pressão, quando tinha feito outro que o site do concurso fez favor de «destruir»...

O objectivo era escolher uma das editorias do jornal (entre as quais nacional, política, desporto e cultura) e fazer um artigo de opinião sobre uma delas, além de uma pequena nota biográfica sobre uma pessoa que quiséssemos entrevistar...

O que eu decidi fazer foi um pequeno…

Uma pérola francesa

Imagem
Enquanto os dois capítulos do «Olho Morto» não chegam, vou entreter-vos com mais uma crítica de cinema, das minhas. Daquelas que não se percebe patavina...

E depois ainda me vêm dizer que isto é escrito por um adulto... deve ser deve...

E fiquei muito contente porque hoje fui ao cinema pela 10.ª vez em 2010!

Ai, fiquei tão feliz...

Continuando, esta tarde fui assistir a um filme de animação, ao francês «L' illusionniste», por cá intitulado «O mágico».


Fiquei com curiosidade por ver este filme por dois motivos: para já por o realizador ser Sylvain Chomet, que foi o autor de outro grande filme de animação francês, «Belleville Rendez Vous», e depois porque nesta nova película o Chomet foi buscar um argumento do Jacques Tati que nunca chegou a ser filmado, e isso fez-me ficar curioso sobre como é que ele iria transpôr para animação um argumento de um realizador francês, onde os seus filmes estão repletos de pequenos pormenores, e que costumam ter um enredo não muito complexa, cheio de situ…

Já está cá mais um capítulo, também ele mais que ligeiramente atrasado...

Aqui vai, o capítulo que supostamente era de há duas semanas, do policial.

Este policial poderá dia chegar a estar impresso nas páginas de um livro (já várias pessoas me propuseram isso, e não só os meus amigos...).

Mas enquanto não vejo essa hipótese do policial andar por aí nas livrarias (e possivelmente em e-book, que é o que o pessoal gosta nestes tempos que correm... por mim não o fazia, mas se tiver mesmo que ser, se eu só tiver leitores de e-book... ai que vida... por isso prefiro não editar ainda o policial em livro e pronto...), fiquem com o 34.º episódio.


Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 34

O restaurante era muito acolhedor. Já era um tique meu «fugir» a funerais, indo para um restaurante próximo. Não gosto simplesmente, como já referi, do que vem a seguir ao funeral… se é para ter conversa de café, não o façam à frente da sepultura do falecido!

Pedi uma garrafa de água fresca, e um bitoque para acompanhar. Mal tinha comido nos últimos dias, e estava esf…

Thank God it's Christmas!

Grande música natalícia. De quem?
Dos Queen, meus amigos.
Tem passado inúmeras vezes nas rádios...
Ouvide a música, ouvide!

La la la la la la...

Esta deve ser a melhor, ou para não ser bastante precipitado, uma das melhores músicas incluídas na banda sonora de um filme de animação...

Adoro esta música. De tanto falarem na Disney, ao longo do dia, na SIC, lembrei-me deste clássico criado por Randy Newman, para a épica trilogia «Toy story».

Ouçam as duas versões desta música que posto aqui. A original, e uma que fizeram para o terceiro filme (só vendo esse terceiro filme é que se percebe a inclusão dessa música)...



Um texto de Charlie Chaplin...

É bonito, este texto...
Faz pensar...
Percam dois minutos do vosso dia a lê-lo, que vale a pena...


A tua caminhada

A tua caminhada ainda não terminou…
A realidade te acolhe
dizendo que pela frente
o horizonte da vida necessita
das tuas palavras
e do teu silêncio.

Se amanhã sentires saudades,
lembra-te da fantasia e
sonha com a tua próxima vitória.
Vitória que todas as armas do mundo
jamais conseguirão obter,
porque é uma vitória que surge da paz
e não do ressentimento.

É certo que irás encontrar situações
tempestuosas novamente,
mas haverás de ver sempre
o lado bom da chuva que cai
e não a faceta do raio que destrói.

Tu és jovem.
Atender a quem te chama é belo,
lutar por quem te rejeita
é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos
e de se nutrir de lembranças,
assim como o leito dos rios
precisa da água que rola
e o coração necessita de afecto.

Não faças do amanhã
o sinónimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo
que nunca mais.
Os teus passos ficaram.
Olha para trás…
mas vai em frente
pois há muitos que preci…

Uma pequena mensagem de Natal

Caros amigos e amigas,

Se querem que vos diga, o Natal não me diz muita coisa.

Para mim tornou-se um dia que penso que é igual aos outros, com excepção de uma coisa... neste dia celebramos o nascimento de Jesus e etc e tal...

Qundo era mais pequeno ligava às prendas, e por isso o Natal era muito importante... agora a essa parte já não ligo muito. É claro que é importante que me ofereçam coisas que eu goste... mas pode até ser um par de meias... desde que não sejam collants!!!

Odeio a azáfama que há cá em casa para fazer as coisas todas, que por mim eram totalmente indispensáveis.

Mas pronto, têm de se fazer porque é Natal!

A mesa toda enfeitada para um jantar que eu até diria que será normal, com todos nós stressados para que tudo corra bem...

E ainda dizem que o Natal devia ser todos os dias...

A parte verdadeira do Natal é que deveria ser feita todos os dias...

Não esta, senão já nenhum de nós conseguia aturar ver tantos sonhos e rabanadas à frente... pelo menos eu, que não gosto nada dessas…

Not goodbye, just so long

Descobri isto há momentos no youtube.

O final do último «Larry King Live».

Arrepiante.

Vejam até ao fim.

Estamos no Natal...

... Tempo de recordar canções desta quadra.

Uma delas é esta, de Stevie Wonder...

Escutem-na.

15.º PMD

E aqui fica o especial de Natal do «Programa do mal-dizer». É o episódio mais curto da segunda temporada, com 13 minutos e 20 segundos, se não me engano, mas lá está, para ser especial, decidi que não haveria entrevista, nem «O que está mal aqui?» nem «Olha que sorte!». Também era para não haver «A Tiazinha aconselha», mas depois ela decidiu aparecer, via SMS... Bom, para saberem do que eu estou a falar, contemplem-se com este programa , cheio de tosse, com uma moral natalícia para todos nós... é um programa mágico... ou eu é que não tomei os comprimidos.

Bom, talvez eu ainda faça um pequeno texto dedicado a esta quadra, mas diferente do que falei neste programa... vamos a ver se ainda faço... porque amanhã já é dia 24!

COF COF!

Não tenho tido tempo para escrever aqui no blog, porque tenho andado estranho ultimamente por causa da tal doençazinha que estou a sofrer...

Mas um dia, meus leitores, um dia, virei cá postar tudo o que falta do policial!

Agora é que me tem dado um bloqueio de criatividade, também... A minha cabeça tem andado muito à roda... tenho muitas ideias, algumas já as comecei a trabalhar... aiai...

E vou fazer uma coisa em relação ao «Programa do mal-dizer».

Eu estou com a voz muito grossa, e a tossir muito, mas vou fazer uma espécie de PMD... vai ser é uma mensagem de Natal... não muito grande, para que não fique demasiado chata para depois vocês, cheios de compaixão, pensarem: «Oh, coitadinho do Rui! Vamos ajudá-lo ligando para o 760...»... estava a brincar... mas se quiserem podem ligar para o meu número para me darem dinheiro.

Estejam à vontade.

Não se incomodem.

Afinal até tive criatividade suficiente para fazer este pequeno post...

O que toda a gente gosta que lhe aconteça, principalmente nesta época do ano...

Estou doente.

Estou sempre a tossir, estou rouco, enfim, estou mal.

E ainda por cima nesta altura...

Enfim, queria com este pequeno post que não vai haver «Programa do mal-dizer» esta semana, por não estar em condições de o gravar. Não tenho voz, e sinto-me muito mal.

Mas ainda vou fazer um post de Natal... e pôr os policiais em atraso...

Ei-lo que parte...

Vou estar fora este fim-de-semana.

E vim dizer que não irei à internet até domingo à noite. Depois postarei os capítulos do policial.

Vou estar fora, that's all.

E vim agora à net só para vos avisar disso...

E também para ver o facebook.

Mas mais nada.

Hoje comecei a escrever um livro que não postarei no blog, pelo menos por agora. São uima série de crónicas, que querem contar uma história.

Mas ainda está no início...

Bom, tenham um excelente fim-de-semana, beijinhos, abraços e muitos palhaços.

A banda desenhada: Uma crónica nostálgica

Esta tarde tive vontade de ir à arrecadação do meu quarto espreitar a minha colecção de banda desenhada.

E fui.

Folheei, com volúpia, livros do Tintim, do Astérix, do Lucky Luke, do Blake e Mortimer, lembrando-me de várias cenas desses livros que tinham ficado guardados num cantinho obscuro da minha memória.

Eu lia muita banda desenhada. Agora, leio menos. Não por ter deixado de gostar, mas porque eu já li tudo o que me tinha interesse e que estava à mão para ler. Depois reli tantas vezes que me cansei. Queria coisas novas.

De vez em quando, vou à livraria da minha rua, e se encontro algum título novo, desconhecido para mim, pulo de alegria e satisfação (interiormente) e perco mais meia hora da minha vida a ler um livrinho de BD (sem o comprar, claro... aos preços que estão para venda...).

A minha infância foi vivida muito à volta das personagens da BD. Enquanto que a maioria dos petizes da minha idade se entretia com beyblades, futebol, e coisas do género, eu lia (ou relia pela 50.ª vez) …

Não pode!

Um atentado ao que ainda há de bom na televisão americana!

É nestas alturas que me questiono, olhando para o céu, elevando os braços:

WHY GOD, WHY???

Se isto aconteceu, o que virá a seguir?

Uma grande perda... Larry King tinha um estilo de entrevista inimitável...

Vai fazer falta...
É triste quando morre um grande comunicador, como é o caso de Carlos Pinto Coelho, grande divulgador da cultura no nosso país.

Tristemente Aconteceu.

Consegui! Iupi! Consegui! Foi difícil, mas consegui!

Hoje, ao chegar a casa, decidi aproveitar a hora que tinha livre sozinho para gravar rapidamente o PMD.

E cá está ele.

Saiu no dia... é para comemorar!

Tem 25 minutos...

Ultimamente não tenho tido muita paciência para fazer textos. É o que me vem à cabeça.

Ouçam o programa clicando aqui.

Sorry...

O blog tem andado parado. Eu não tenho andado muito concentrado no blog, pois tenho muita coisa que pensar, como num concurso que estou a participar e que acaba hoje, como é que vai ser com o PMD no Natal e no Ano Novo, o Olho Morto, etc, etc, etc.

Desde já peço as minhas sinceras desculpas a vocês, leitores, mas também é para saberem que eu não ando aqui a brincar!

Em relação ao PMD, o problema é que vai estar gente cá em casa. Depois é muita confusão para gravar o programa...

Mas tenho de arranjar uma solução...

Bom, adeus, vou fazer aquilo que tenho de elaborar para o concurso e mais logo vejo se ponho o PMD e o policial hoje.

Ciao!

Há bocado tive uma ideia hiper-espectacularii! Querem saber?

Cá vai.

Sabem que eu digo sempre que a minha vida dava um filme???

Bom, eu vou fazer o guião do filme da minha vida, e postá-lo aqui...

Terá as músicas para acompanhar cada cena do filme...

Um dia, talvez alguém se interesse e o ponha no grande ecrã...

Estou só a sonhar alto.

Talvez comece já hoje a escrever, mas não para ser publicado agora...

Mas vai ser longo...

Mas prometo que não vai ser secante... Vai ser ritmado e com uma história delirante e estúpida, baseada em coisas da minha vida.

Mas primeiro, vou postar o policial...

Até já...

Magnífico!

Isto está muito bom, mesmo.

Ao ir ao blog do Pedro Ribeiro, deparei-me com este magnífico vídeo, que decidi postar aqui no blog para vocês verem.

E já agora, um feliz Natal!!!

Décimo terceiro

Aqui vai, atrasado três dias, o décimo terceiro episódio do mítico «Programa do Mal-dizer».

Este tem 32:34 de duração.

É o segundo maior, para aí.

O primeiro tem 33 minutos e 14.

Este episódio vai ter um momento de nostalgia, talvez para os mais velhos, em que vou rebuscar anúncios antigos... eu disse que é um top, no episódio, mas não é. São alguns anúncios antigos caricatos, e no final, pus para rematar essa parte, úma parte de um anúncio da coca-cola que há uns tempos por cá passou.

Já perceberam que o tema deste PMD é a publicidade?

Bom, sacai lá o episódio clicando nesta palavra.

Olhem que doeu fazer este episódio!

Ainda sinto a dor...

Aiaiai...

É hoje...

Já gravei o «Programa do mal dizer», supostamente de quarta feira. Agora, falta tirar umas coisas, acrescentar outras e montar tudo...

Este programa foi também improvisado (não só o monólogo como a entrevista) e digo-vos que deve ser o pior programa de todos. O outro, o anterior, improvisado até saiu bem, mas este, acho que não.

Por isso, têm de o ouvir. Para depois poderem gabar-se que ouviram a pior coisa do mundo...

Mas é só loguinho, tá bem?

Uma música francesa, para variar

Não costumo ouvir música francesa, mas esta foi-me mostrada pelo meu Pai há uns tempos e hoje lembrei-me de a postar no blog. Atenção à letra! Ela está incluída no vídeo...

O autor é Jean Gabin, um famoso actor francês, que nos tempos finais da sua vida, escreveu e compôs esta música...

A ouvir.

O que eu encontrei...

Memória Online - RUI VELOSO AO VIVO NA AMADORA - RTP Memória - RTP

Andava a vaguear pelos sites da RTP e descobri esta pequena pérola no espaço da «memória online» da RTP memória. Um concerto de Rui Veloso, de 1990.

Reparem nos óculos dele... eheheh...

Já foi há 30 anos...

Há 30 anos Mark Chapman assassinava um dos maiores ícones da música mundial... John Lennon.

Em homenagem ao grande artista deixo aqui outra música dele. «Give peace a chance»

Não deveria ser o que todos deveríamos fazer?

Grande notícia!

Gostei de hoje, depois de andar a pesquisar nos habituais fóruns e sites de cinema, descobrir esta notícia:

"O Escritor Fantasma", de Roman Polanski, é o filme europeu do ano

O thriller de Roman Polanski foi consagrado com seis prémios, tendo sido distinguido nas categorias de melhor filme, melhor realizador, melhor argumento, melhor actor (Ewan McGregor), melhor banda sonora (Alexandre Desplat) e melhor direcção artística (Albrecht Konrad).
In http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/cinemax/index.php?k=O-Escritor-Fantasma-de-Roman-Polanskie-o-filme-europeu-do-ano.rtp&post=29220

Gostei de saber isto porque foi um filme que fui ver ao cinema e gostei imenso...

Isto mostra que ainda há bom cinema para se ver (e bons júris... eheheh)

A um passo de algo que é para mim impossível...

Hoje estive a um passo de deixar a totózice numa aula de educação.

Joguei futebol. E bem!

Até marquei dois golos!

Depois disto, era a escalada para o paraíso do «social» e não sei que mais... Senti que seria daqueles rapazes com quem toda a gente gosta de estar e que tem as raparigas à perna...

Nada disso aconteceu.

Só o meu ego é que aumentou um pouco por pela primeira vez na minha vida eu estar a jogar bem futebol!

Quanto a popularidade, na mesma... podia ter aproveitado a escalada para o sucesso com aqueles grandes momentos futebolísticos, dignos de aplausos, mas não... não aproveitei a oportunidade.

Talvez por ser humilde demais, não sei... Não gosto de me gabar e de me expôr para a estupidez, só para certas pessoas fingirem que são minhas amigas. Daquelas que é mesmo para não se falar, mas que estamos com elas para nos acharem bons tipos.

Não preciso de fazer isso na vida real.

Para isso já existe o facebook... e afins...

Agora é que fica tudo em dia!

E posto agora o capítulo que restava publicar do Olho Morto.

A tensão aumenta... quem serão os culpados?

Sei lá pá!

Esta parte tem um número que eu acho muito curioso. Trinta e três. Se o disser com os «elles», fica mais giro ainda. tlinta e tlês.

PS - Nada do que é aqui descrito tem a ver com a realidade. Vá, 95%. Se alguma coisa for realidade é pura coincidência. Só para saberem. Não pensem que isto é uma demonstração do verdadeiro Rui... na na... o Rui da história nada tem a ver com este Rui que escreve a história... o Rui real, ok?

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 33

O Miguel começou então o seu pequeno discurso de homenagem ao Rui.

-Caros colegas de turma, caros familiares do Rui, caros anónimos aqui presentes - começou ele - deixou-nos a nós todos um grande homem, e sobretudo um grande amigo, que com simpatia e humildade, gostava de conviver e estar com as pessoas. Sinto a dor dos familiares do Rui, pela perda que estão a sentir de um grande exemplo para nós t…

Sorri!

Uma canção da autoria de Charlie Chaplin, um dos grandes ícones do cinema mundial (e uma das minhas referências), e que também nos deixou grandes citações. Ouçam a música, cantada nesta versão por Nat King Cole.




Um dia sem sorrir é um dia perdido.

Charlie Chaplin

Homem na Lua

É o título em português de uma grande canção dos REM, em homenagem ao comediante Andy Kaufman.

Para ouvir em qualquer altura.

Sou um desenrascado de primeira.

Sou muito simples, e uma coisa que para muitos não tem solução, para mim é evidente.

Sou como o McGyver, mas não salvo o mundo.

É pena, podia fazer um jeitão.

E este vai para a lista dos posts inúteis...

É bom fazer uns quantos de vez em quando para ocupar espacinho...

Uma pequena memória...

Lembrei-me agora que quando era pequenino, gostava de ser mágico quando crescesse.

Até depois deram-me uma caixa daquelas da «Magia Borras» com truques!

Estava pronto para ser o Harry Houdini...

E alguém dizia: «Queres ser o Harry Potter?»

E eu pensava: «Naa, o Harry Potter não tem style e não anda em digressão com os truques. aquilo é só efeitos especiais, nos filmes dele...»

Infelizmente, nem com as fichas do Luís de Matos que saíam com o JN, com truques simplíssimos, corriam-me sempre mal...

Aí, parte da minha alma foi destruída.

Aí, tive a ideia de trabalhar na área da escrita, que perdura até hoje...

Vamos a ver até quando esta ideia vai...

12...

Este episódio mete muita estupidez...

Tem muita parvoíce lá dentro.

Mas tem menos de meia hora! Não é como o outro, que era enorme!

Tem 22 minutos, este.

Ouçam, vá.

Tenham paciência.

Carreguem aqui fachavor...

Odeio ser um irresponsável e não cumprir o que prometo... mas enfim, é a vida! Por isso cá vai o capítulo do policial da semana passada...

Está tudo no título.

Agora vai dar início mais uma parte, a 32.ª, de 500 previstas, desta grande novela... perdão! Policial!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 32

Quando cheguei lá fora estavam as pessoas a entrar nos respectivos carros, pois parece que o Rui queria ser enterrado noutro sítio. Podia bem ter sido ali, que até era mais agradável. Mas não, talvez quis ir para ao pé das pessoas da família qe também já não estão neste mundo...

O Finório e o João esperavam por mim dentro do carro. Entrei para o lugar onde estava, à frente, o João ligou o carro e seguimos o carro funerário até ao cemitério. Ainda foi um caminho longo, cerca de meia hora para lá chegar.

-Agora o Rui vai para onde? - perguntei ao João, a meio do caminho.

-O Miguel disse-me há pouco que o enterro seria no cemitério onde está a família toda do Rui. - respondeu ele.

Ah a minha teoria estava correcta. É a lógica da batata. Também eu quero, quando morrer, ir para o pé dos meus entes queridos... mas…

Fita...

Imagem
Quero ir ver este filme.
A história parece interessante e peculiar.
Alguém se oferece para ir ao cinema comigo? Hmm?
Estava a brincar, petizada! Podem sair debaixo das vossas camas! Não precisam de ter medo, que foi só uma brincadeira! Não vos quero levar comigo ao cinema, por isso escusam de se esconder.
Em resumo: Já me está a fazer falta uma boa ida ao cinema...

Trailer

Still Crazy after all this years

Mais uma grande canção desse senhor da música chamado Paul Simon. Música calminha, para descontrair, e ouvir com atenção.



(ah, entretanto, o PC voltou! O arranjo foi mais rápido do que eu pensava...)

Threat detected!

O computador portátil foi para arranjar.

Ai e tal, a minha pen tinha um vírus, vindo de um computador da escola, do ano passado. e tufas!

Mas isto até já foi há algum tempo! Só foi é para arranjar agora...

Aquilo até foi acumulando vírus e tudo...

Bom, só para dizer que o Olho Morto da passada sexta vai ser publicado amanhã.

Não desespereis, fiéis seguidores do policial!

São poucos, é preciso tratá-los bem.

Estou na Câmara Municipal de Lisboa (passo a publicidade) a escrever este post de aviso.

Por acaso isto aqui de cima tem uma vista para o jardim agradável...

E em relação ao «Programa do mal-dizer»?

Bem, não vou pôr-me a gravar o episódio aqui na Câmara! Só se fosse maluco!

Com sorte, se o computador vier antes da próxima quarta-feira (espero eu), como lá tenho alguns ficheiros de áudio essenciais ao programa, como a parte de início (antes do genérico) do 12.º episódio, o segundo desta segunda season, vou fazer um passe de mágica, e com uma velocidade inacreditável para um tipo como eu, grava…

30!

O blog atingiu os 30 seguidores.

Aliás, 28, porque eu sigo o meu blog duas vezes, como já referi.

Mas toda a gente faz isso, vá.

E quem é que atingiu a proeza de chegar a este magnífico número?

Foi o sotôr Pedro Esteves, que faz parte dos «Cavaleiros do Faroeste», um grupo de parentes (bem, se todos têm o apelido Esteves devem ser da mesma família, não?) que faz vídeos de humor descabido e parvo, num estilo Pythonesco. É como eu gosto. Podem conhecer o trabalho destes patifes clicando aqui.

Aqui fica uma pequena amostra. Esta é uma paródia assumida ao clássico «Filadélfia».



Não aconselhável a murcões ou a quem diz que não gosta de perder alguns minutos da sua vida com parvoíces da internet, mas que depois fica logo todo histérico ao ver um vídeo de um macaquinho a jogar bilhar.

E, comio eu costumo dizer em posts deste género, venham mais uns quantos!

Não peço 30, que talvez seja demasiado.

Apenas 10 pessoas e eu com 20 identidades diferentes.

É isso, é.

Já tá.

Depois do incidente relatado aqui, e passado mais de uma semana do ocorrido nesse post, tenho uns óculos novos.

Adeus, vista cansada e desnorteada! Já sou um espécime de «quatrum-olhius» novamente! Devolvam-me o emblema da associação «Amigos da Lente»!

Ahahahah!

Foi bom para dar, durante alguns momentos, asas à minha grotesca imaginação e estúpida maneira de ser...

Tchauzinho e até depois!

No PMD for you...

Esta semana não vai haver PMD, pelo menos nesta quarta, por razões relacionadas com o penúltimo post.


Talvez ponha dois programas na quarta de daqui a uma semana, ou ainda se conseguir chegar a Lisboa e fazer o programa desta semana, ainda ponho no fim-de-semana.

Isto é tudo muito relativo. A minha vida é relativa.

E como este programa não tem grandes meios nem nada dessas coisas, a sua emissão não muito regular pode acontecer.

Peço desculpa já à meia dúzia de ouvintes do PMD... é a vida!

Adivinha quem voltou!

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Este é para mim, juntamente com o David Letterman, o melhor apresentador de late-night dos EUA. O David Letterman é um grande comunicador, e o Conan, um grande comediante.
Acho que deveria ter mais audiência. Pelo menos, na primeira emissão deste seu novo programa, teve mais que o Jay Leno (tipo insuportável... para mim). E isso já é bom. Mas depois voltou a cair... também, o programa está num canal de cabo (a TBS). Mas até mesmo para a primeira emissão, teve umas audiências bem boas, para um canal não-generalista...
Agora o Conan voltou à TV. Três semanas depois de ter estreado nos EUA, o talk-show «Conan», que o próprio diz que deu esse nome ao programa «para não haver o risco de me substituírem» (uma indirecta ao caso polémico que se deu há uns meses e que fez com que ele tivesse retirado da TV por muito tempo, quase um ano) estreia em Portugal.
Hoje, às 21:00, na SIC Radical.
A ver.

A minha Avó

Não gosto de escrever coisas tristes, porque não tenho jeito para isso e também porque sempre que tento escrever uma, nunca fica com a intensidade que eu pretendia dar, ou da forma que eu queria que estivesse.

Mas hoje tinha de fazer isto.

A minha Avó (era a única...) faleceu no sábado. Hoje foi o funeral. No sábado à noite fomos a correr para Santo Tirso (que era onde a minha Avó estava), e chegámos lá, e ao ver a minha Avó ali, toda arranjada e sem vida, deitada na cama, fez-me chorar. E chorei muito, muito, muito. Ao princípio, quando a minha Mãe me deu a notícia, uma hora antes de irmos embora, entrei apenas em estado de choque, mas mais nada. Até pensei que me tinha tornado num insensível por não ter reagido mais. Essa reacção chegou quando a vi.
Depois, de ontem até hoje de manhã, foi o velório, em que se encontram pessoas que dizem «eh pá, já não te via desde que eras assim», e fazem um gesto com a mão a simular um indivíduo de tamanho pequeno. E muita gente disse-me várias vezes …

Sem comentários

Programa satírico «Contra-informação» acabou - Media - PUBLICO.PT

É uma pena... um dos programas mais antigos da TV portuguesa.

Leiam a notícia, que vale a pena...

Música calminha, mas dá que pensar...

Esta música é uma versão da tradicional melodia de Natal «Silent Night», por Simon and Garfunkel. Mas tem uma coisa que as outras versões não têm. Ouçam a voz de fundo. Se conseguirem perceber o que essa voz está a dizer, vale a pena ouvir. E faz pensar...´É uma voz que está como que a apresentar um pequeno noticiário. E então, com as imagens deste vídeo, a canção faz mais sentido. Vale a pena ouvir.

Ai os meus olhinhos!

Estou sem óculos.

A razão:

Outro dia estava a passear, com os óculos postos num bolso que estupidamente não tem fecho (tem uma entrada para um botão, mas esse botão é inexistente!). Mais tarde, atravessei a passadeira a correr, para apanhar o sinal verde (que aquela passadeira é matreira).

Algum tempo depois, já a andar mais calmamente, para aí a uns 50 metros de distância da passadeira, tacteio os bolsos a ver se está tudo. O bolso onde supostamente estariam os óculos está vazio.

Procuro pelos lados próximos, até que tenho um flash de que poderiam ter caído ao atravessar a passadeira.

Chego lá e estão os óculos. Ou o que restava deles. Sem uma lente, com as hastes viradas para os lados, e algo esmagado.

E isto já foi sexta-feira passada!

A ver se amanhã passo pelo oculista para ver se isto tem arranjo. Já vou lá tantas vezes para me apertarem as hastes, espero que agora também façam um bom serviço.

E também já ia mudar de lentes. As outras estão todas riscadas...

Ai ai ai... a ver se eu atino…

Cassetes! Ou Este post vai parecer uma edição da «Caderneta de cromos», só que com a diferença de ser pior!

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Ah, a magia da fita magnética das velhas cassetes!

O desespero que era quando a cassete ficava presa dentro do gravador, e depois não se conseguia tirá-la!

Bem, lembrei-me de falar deste tema porque há dias ouvi uma edição da «Caderneta de cromos», famosa rubrica do Nuno Markl, sobre cassetes. E decidi deixar a minha história de vida sobre elas.
E vou-vos falari (o «i» é propositado) na minha relação com estas maravilhosas caixitas.Quando eu era um moçito, venerava cassetes. De música e de vídeo. Lembro-me que tinha (e ainda tenho guardadas na arrecadação) uma colecção de cassetes de música, e numa estante enorme estão perto de 150 cassetes de vídeo. Eu adorava pôr na aparelhagem preta que tinha no meu quarto o último sucesso dos «Patinhos» ou uma cassete qualquer de compilações, e ficava a ouvir, a ouvir, a ouvir. E começava a desesperar quando as cassetes começavam a dar mal (porque naquela aparelhagem muitas vezes as cassetes ficavam com um som um pouco diabólico e sinistro), e rapida…

CHEGOU!

Cá está.

O primeiro episódio, de um conjunto de dez, da segunda temporada do «Programa do Mal dizer».

Tão mal gravado como sempre.

Tão grande e chato como sempre.

São as razões para ouvir mais um episódio.

Vá lá! Só mais um!

Basta clicar aqui!

31!

E cá vai mais um capítulo do policial.

Que diz que sai à sexta mas que é raro isso acontecer.

Mas leiam lá este capítulo, que é (nada) interessante!

Caramba, tenho de (não) deixar esta mania das palavras com parênteses, para (não) dar um duplo sentido às frases!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 31

Entrámos na igreja, que estava quase cheia, e ao longe ouvia-se cânticos «à capella», algo inperceptíveis. Aquela igreja era das que são enormes, e que sempre que se fala faz uma espécie de eco. Quando nos sentámos, numa das últimas filas, o padre, de voz grossa e barba, começou a falar, e quase não se ouvia nada. Só quando ele ligou o microfone é que ficou audível. O caixão estava à frente do altar, com a parte de cima destapada.

-Irmãos - disse ele - estamos aqui para prestar homenagem a Rui Alves de Sousa, que deixou o nosso mundo há poucos dias. Estão aqui reunidos os familiares...

Quando o padre disse isto tentei dar uma espreitadela à primeira fila. Aí deveriam estar…

O senhor do adeus. Ou mais um comentário para juntar aos milhares que têm sido feitos sobre a morte de João Manuel Serra

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Nunca me encontrei com este senhor. Pelo menos que me lembre. Talvez possa tê-lo visto e mal-educadamente tê-lo ignorado. Só soube da sua existência um dia depois de ter morrido.

Para quem não o conhece (depois de tanta divulgação na internet, e mais propriamente no facebook), este senhor costumava dizer adeus noite após noite aos carros que passavam na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa. E aos domingos, ia ao cinema, e escrevia as suas impressões sobre os filmes que via neste blog.
Eu quando soube da existência desse blog, fui dar uma espreitadela. Além de reconhecer o aguçado espírito crítico que João Manuel Serra possuía, muitas mensagens de agradecimento ao homem que dias antes tinha partido deste mundo, dá-nos a perceber a importância que ele tinha. Movimentos no facebook foram feitos, e já querem erguer uma estátua ao senhor. As pessoas que com ele conviveram sentem mesmo a sua falta. E eu, mesmo nunca tendo estado com ele, sinto que faz falta haver pessoas assim.
Tenho resp…

Magnífico!

É raro eu ver curtas metragens portuguesas, mas recebi esta por mail e surpreendeu-me.

Ora vejam:



Nuno Rocha está de parabéns com esta curta metragem de grande qualidade.
Numa noite normal com o passado largado da memória, um homem reencontra, no
lugar a que chama casa, lembranças de um tempo que viveu.
Fragmentos de pura felicidade e instantes de sublime partilha, surgem como
apontamentos de esperança de um presente que não voltará a ser o mesmo.

OTÃ?

Ahahah, que trocadilho idiota com a sigla da NATO... OTAN em língua tuga.

E eu, se me desculparem a minha querida ignorância, pergunto-vos:

Esta cimeira serviu para alguma coisa?

É que eu não sou como aqueles que são anti-NATO, mas começo a questionar-me para que é que serviu esta cimeira. Se foi mais do que os presidentes de vários sítios do mundo estarem em desfile para os fãs.

Mas a sério, se alguém mais velho (ou não) puder explicar a esta pobre cabecita de adolescente anormal o que foi decidido na dita cimeira, queira fazer o favor de mo explicar.

E que não se zangue! Eu sou um pobre adolescente em fase de crescimento...

Post que nada contribui para a minha vida... É apenas uma espécie de desabafo...

Estou farto de tudo!
Farto da vida
Farto da morte
Farto de pensar nos enigmas da humanidade.
Farto de pensar
Farto de argumentar
Farto de sintetizar
Farto de problematizar
Farto de conceptualizar!
Estou farto de tudo e mais alguma coisa
Estou farto de ti, dele, dela, daquele palerma, daquele estafermo!
Estou farto da política
Estou farto da ganância
Estou farto do poder
Estou farto da avareza
Estou farto da riqueza
Estou farto da idiotice
Estou farto de mentiras
Estou farto de ilusões
Estou farto de coisas parvas
Estou farto de dramas
Estou farto de música pimba
Estou farto dos preços das coisas
Estou farto do preço da vida
Estou farto da desonestidade
Estou farto do passado
Estou farto do presente
Estou farto do futuro!
Estou farto de injustiças
Estou farto de chantagens
Estou farto de esquemas
Estou farto de raptos
Estou farto de contrabandos
Estou farto de criminosos
Estou farto de corruptos
Estou farto de maldades
Estou farto de atrocidades
Estou farto de atentados
Estou farto de queixosos
Estou farto dos que falam, fa…

Good stuff...

2010 é um ano de grandes datas para Rui Veloso. É o ano em que se assinalam os seus 30 anos de carreira e, simultaneamente, 20 anos sobre a edição do álbum “Mingos & os Samurais”, um dos álbuns mais marcantes da carreira de Rui Veloso e da música portuguesa.
Em Maio de 1990, mesmo antes da edição do disco, Rui Veloso inicia em Lisboa a digressão “Mingos & os Samurais” no Campo Pequeno. Sala esgotada.
No início de Agosto desse ano chega, finalmente, às lojas o duplo-álbum “Mingos & os Samurais”, sendo a realização de um sonho antigo da dupla Rui Veloso/ Carlos Tê. O êxito é estrondoso: Platina no dia de edição; em pouco mais de quatro meses, chega às Sete Platinas! Mais: “Mingos & os Samurais” ocupa o 1º lugar do top durante 24 semanas! Os temas “Não há Estrelas no Céu” e “A Paixão (segundo Nicolau da Viola)” são os maiores êxitos desse ano.
Para celebrar a data, “Mingos & os Samurais” é reeditado numa edição de luxo (digipack) - Edição especial 20º aniversário que inc…

Queres ver que é o 30?

E chegamos ao capítulo 30 deste policial.

Eu penso que este policial irá ter ainda tantos capítulos como os de uma novela.

Para aí uns 150.

Não... estou a brincar, leitores ingénuos!

Vai até aos 300.

E com sorte!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 30


-E todo o resto da turma continuava envolvida?


-Maior parte. E os outros não me dava, e eles não se davam comigo.


-Epá! Que paranóia! - exclamei - Eu nunca percebi esta turma. A sério! Mais parecia uma versão escolar de uma novela qualquer. Então havia aquelas intrigas, as pessoas que não se falavam por não-se-sabe-porquê, as armadilhas que faziam uns aos outros... não percebo! E não percebo também como continuam assim uns macambúzios uns com os outros! Vocês são crianças, pá? Se calhar o Rui teve a ideia desse jantar para tentar pacificar as coisas... Até os que são amigos uns dos outros tentam-se destruir mutuamente! Cambada de doidos pá! E é este um dos motivos que me leva a pensar em resolver isto depressa! Para ver alg…

Mais um capítulo atrasado, o 29.º

Uau!

O próximo é o 30!

Mas agora leiam o 29.º...

Porque senão não vão perceber nada do próximo!

É como no Harry Potta, ou lá como se chama!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 29

-A que horas chegaste a casa do Rui?

-Faltavam quinze minutos para as nove - respondeu-me ele´.

-E o que te lembras desse dia?

-Cheguei, falei com algumas pessoas...

-Algumas?

-Sim, algumas. Não sei se sabes, mas muitos dos nossos ex-colegas, eu cortei relações...

-Mas então porquê?

-É uma longa história. Foi no 10.º ano. Maior parte dos nossos ex-colegas, incluindo eu, e o Rui, foram para o mesmo liceu, acabada a estadia na outra escola. Se eu me lembro, tu foste para outro liceu...

-Sim, fui. Se queres que te diga, não me arrependi nada.

-Bom, se o dizes... E aí, nessa nova escola, as pessoas que faziam parte da turma foram mudando, e começaram a meter-se em certas coisas que me fizeram separar-me deles.

-Mas eles andavam metidos em quê? Drogas? Álcool?

-Bem, sim, mas... Olha, Nelo, eu vou-te contar i…

E agora, a crítica ao filme do momento...

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Afinal, ainda consegui vir aqui escrever hoje no blog!!!
E vou começar por fazer a crítica ao filme mais falado da actualidade.
Ou seja, «The social Network», ou na nossa língua, «A rede social».

(uma palavra sobre o cartaz. Esplêndido. Não sei porquê, gosto muito dele!)Queria só, antes de mais nada, dizer uma coisa às pessoas que estão a pensar em ir ver este filme ao cinema.Não entrem na sala com grandes expectativas do tamanho do mundo. Lá por os críticos e muita gente dizer que é uma obra-prima, não quer dizer que a vossa opinião será igual às desses indivíduos. Foi o que aconteceu com a minha.Já tinha metido na cabeça que o visionamento desta película iria ser uma coisa inesquecível...E tenho de vos dizer que não foi.Para quem não sabe, «A rede social» fala do facebook, mais propriamente do que andou metido na sua criação.Fui vê-lo na passada quinta-feira, no cinema monumental do Saldanha, às 16h40. A sala estava quase vazia, que é uma coisa que eu gosto nos cinemas. Uma sala enorme…

Interrupção

O blog vai estar sem publicações este fim-de-semana.

Não vou poder ir à internet, vou estar fora.

Por isso, eu prometo prometo prometo PROMETO que na próxima segunda-feira, publico o capítulo da semana passada e o de hoje do policial (que já me anda a bombear os miolos há séculos), além de outros posts, entre os quais uma crítica grandinha (espero eu) ao filme «The social network», que ontem fui ver.

Portanto, até segunda-feira!

PMD!

Está quase a chegar...


Ah pois é...

E sabem porquê?

Porque decidi adiantar a estreia desta nova temporada do Programa do Mal-dizer duas semanas!

Por isso, a data de estreia será...

24 de Novembro!


Não percam!


E desta vez vou tentar mesmo pôr todos os programas a tempo e horas...


Vamos lá a ver...


O primeiro programa já está meio gravado, e o guião já está feito. Todos os outros episódios também já estão idealizados...


E já ando a pensar noutros projectos áudio... e vídeo também!


É questão de andarem atentos às novidades!!!

Noites tranquilas...

Clássico.

Sempre com o João Chaves.

Sempre que vou de viagem à noite, os meus Pais põem sempre na RFM, para ouvirmos música calminha, e a voz deste senhor, tão grossa e tão suave, a recitar textos para nos fazer manter calmos, quase por vezes nos fazem adormecer...

Eu gosto é do genérico. Até se ouvem golfinhos.

Gosto de imitar os golfinhos.

«Uiiiiiiim».

(Bem, aquilo parece-me serem golfinhos!)

E o barulho das ondas.

E depois «uououo»

E depois outra vez os golfinhos e as ondas, e depois um trompete, e depois lá vem o João, dizendo:

«Oceano... Pacífico»...

Repito, é um clássico da nossa rádio.

E desperdiçei um post para falar dele.

Sinto-me orgulhoso.

É um dos programas da minha vida.

Já o oceano Pacífico, o real, não é assim tão pacífico, tão calminho como as músicas que eles passam dos Guns & Roses, do Rui Veloso e dos Queen. Nem deve ter os golfinhos a fazerem aquele som!

É um nome que engana, mesmo.

O oceano pacífico é, digamos, um lobo com pele de cordeiro.

Hoje?

Depois de não-sei-quanto tempo no ar, vale a pena interrogar-me.

Valeu a pena a RTP2 fazer aquele aparato todo porque ia mudar o seu telejornal?

A resposta?

Não.

Ainda ficou pior.

É verdade!

Tentem ver uma dessas edições do «Hoje» (nome menos original de sempre...). Só gaffes, problemas técnicos, maus apresentadores, que muitas vezes não se apercebem do que estão a fazer, e reportagens mal montadas.

Preferia a edição antiga. Era melhor organizada.

Toda aquela publicidadezinha... e sai-me aquilo.

Ai esta malta da TV anda toda estranha...

E o povo que a vê também! Preferem ver a vida de uma cambada de parolos dentro de uma casa fechada do que coisas mais interessantes, do que conviver, etc e tal.

Talvez essas pessoas têm uma vida fantástica, para não se terem de preocupar com ela e só com as dos outros.

Rico país, sim senhor...

E já agora, vale a pena pensar nisto.

Música

Queria falar-vos sobre música. O que ela significa para mim e quais os meus gostos musicais (duas pessoas que conheço acham a expressão «gostos musicais» um pouco anormal. Eu não acho, e por isso escrevi-a de propósito para os enervar. Para que aprendam!).

Num Programa do Mal-dizer já tinha falado deste tema, mas, lá está, só tinha... mal-dito sobre ele. Sobre certos «artistas» e afins... Ouçam-no, que talvez a vossa mente fique completamente perturbada para sempre (ou não). Para exercerem o acto de descarregar o episódio referido, para mais tarde poder escutá-lo quando lhe der na gana, e fazer o criador de toda esta parafernália ficar com mais 0,0000001% na sua percentagem de felicidade (é muito baixinha, mesmo), basta clicar aqui!!!

Mas aqui quero dar uma opinião pessoal e positiva (e talvez algo polémica) sobre a música.

Não saiam dos vossos assentos,vai começar MAIS UMA CRÓNICA MIRABOLANTE DE RUI ALVES DE SOUSA!!!

(música do género dos filmes épicos)

Muito bom dia, muito boa tarde, ou …

O vigésimo oitavo, com já muitos dias de atraso, uma semana e quatro dias, para sermos mais precisos...

E eis que chega mais um capítulo, novamente atrasado, do policial.

Logo, postarei o outro que falta, desta sexta-feira.

Para já contentem-se com este, está bom?

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 28

-Quem é a próxima... vítima? - inquiri ao meu assistente.

-É um João... João... hã, qualquer coisa... Não consigo ler! É muito complicado!

-Ah, é o João Petrovresky. Não é muito difícil de dizer.

-Mas por que raio este tem um nome tão esquisito?

A esta pergunta, respondi-lhe isto.

-Ora, meu caro Finório, para uma pergunta idiota, acho que merece uma resposta idiota. Porque não tentas usar a arte da dedução para resolver esse teu «enigma»?

-Hmm. - Respondeu ele, um pouco confuso. - Está bem, chefe.

-Vá, eu vou-te ajudar. Isto é apenas uma questão de se possuir alguma inteligência, meu caro amigo. Ora, vamos lá a ver, o Pai dele é originário da Rússia, e ele veio para Portugal, onde conheceu uma senhora portuguesa. Casaram-se, e tiveram o filho, e se não me engano, mais tarde, t…