terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O melhor da BD em 2016


Uma listinha que fiz para a Máquina de Escrever (site que tem agora 2 anos de vida!), com 10 títulos incontornáveis da BD publicados em terras lusas no ano que agora findou. Podem ler tudo aqui.

sábado, 7 de janeiro de 2017

À Beira do Abismo... e Antonio Altarriba!


ANTONIO ALTARRIBA é o convidado do programa de estreia. O escritor espanhol trabalhou vários géneros literários, mas é na Banda Desenhada que se centra esta conversa, gravada na AMADORA BD. Do autor, estão publicados em Portugal o díptico genial "A Arte de Voar"/"A Asa Quebrada" (Levoir), que são o destaque principal do programa, e "Eu Assassino" (Arte de Autor). Falou-se sobre as histórias reais que originaram as suas BDs mais conhecidas e do contacto do público português com a obra do autor. Não vão precisar de legendas porque a entrevista é 100% compreensível, com ou sem conhecimentos de portinhol. Nos entretantos, o Inspector Sax tece alguns comentários. É o episódio de estreia de À BEIRA DO ABISMO, que podem ouvir aqui em baixo.


sábado, 31 de dezembro de 2016

As 20 Coisas Mais Incríveis De 2016

Eis uma série de items variados que constituem uma espécie de agregado do que de melhor vi, li, ouvi, experienciei, e eteceteras, neste ano que finda. Por aqui o critério é outro do das listas normais de fim de ano que por aí abundam: nenhum. Entre filmes, livros, séries, sessões de cinema e teatro e outros bonbons, preparem-se para um festival de aleatoriedade, sem restrições de quantidade (o número de itens foi aumentando à medida que me lembrava de acrescentar mais coisas - e por este andar, no momento em que este post sair, já me lembraria de mais umas quantas para acrescentar) ou condicionalismos de "maior ou menor relevância/importância":


1. - Colecção Vampiro - The Next Generation. Uma das grandes operações do mercado editorial português passou pela revisitação desta marca lendária. Começando com quatro grandes policiais (que já tive oportunidade de ler, ora pois!), a Vampiro veio para ficar (espero eu!). Começaram já a repetir autores (o quinto, sexto e sétimo volumes - o último a sair em janeiro - são prova disso), mas há muito para fazer e grandes obras deste género para descobrir. Com alguns dos títulos mais sonantes da colecção antiga a pertencerem, agora, a outras editoras, vale a pena que esta nova série alargue os horizontes e não repita esse vício de antigamente, de se centrar sempre nos mesmos... mas para já, está tudo impecável, e foi uma grande surpresa esta ressurreição. Venham muitos - e, se possível, que a Argonauta volte também às livrarias!


2. - A nova vida dos discos de vinil. Já me tinha apercebido do regresso (que por vezes se confunde com moda) do vinil, mas só em 2016 pude testemunhar e ficar realmente fã deste formato. Não é só porque "fica fixe" dizer que se tem discos de vinil, mas porque todo o ritual, as capas em tamanho grande, e o prazer que o formato proporciona... são coisas insubstituíveis! E neste tempo em que andamos sempre a correr e conectados em todo o lado a toda a hora, sabe tão bem desligar o cérebro e concentrar os nossos ouvidos no disco que está a tocar. Pena que ainda seja um formato algo dispendioso - mas nas lojas de usados encontrei verdadeiras pechinchas, como a maior relíquia da minha micro-colecção: a edição portuguesa do mítico "The Last Waltz" em 3 disquinhos, com quase 40 anos e com um som impecável!



3. - Regressar às aventuras de Corto Maltese. Soube tão bem recordar o génio de Hugo Pratt e obras-primas da BD (e, porque não dizê-lo? Da Literatura, ponto!) como A Balada Do Mar Salgado e A Casa Dourada De Samarcanda, e partir até à descoberta de outras histórias, distantes dos títulos mais célebres. E já tenho aqui mais alguns guardados para 2017, mais a biografia de Pratt, traduzida para Portugal pela Relógio D'Água!


4. - Sessões espectaculares de cinema no ecrã grande, com aqueles filmões que podem mudar uma vida. Houve também uma série deles vistos em casa, mas nunca vou esquecer o impacto de contemplar obras primas nas condições apropriadas. Nesse núcleo encontram-se títulos como How Green Was My Valley, A Place In The Sun, Tea And Sympathy, Una Giornata Particolare e Heaven's Gate. Ah, menção especial também para One More Time With Feeling, o assombroso documentário sobre Nick Cave, The Childhood Of A Leader, o meu filme preferido de 2016, e que é daqueles escassos filmes modernos que é feito para uma sala de fitas e não para o tablet.


5. - Tempo Para Amar E Tempo Para Morrer foi o romance que mais me marcou em 2016. Não li tantos quanto gostaria, mas este livro de Erich Maria Remarque (de quem admiro também a obra A Oeste Nada De Novo) vale por muitos. E o filme é também belíssimo - a única diferença é que o livro é mais cru e emocionante, tanto no relato da história de amor provocada pelos horrores da guerra, tanto pela composição da tragédia bélica que rodeia as personagens e o protagonista em particular. Diria que é um must para qualquer ser humano, indispensável em todas as bibliotecas domésticas.


6. - Twin Peaks de fio a pavio. Uma falha final e gloriosamente corrigida, na espantosa edição em bluray com tudo e mais alguma coisa sobre esta magnífica série. Foi rever a primeira temporada e descobrir todos os segredos da segunda e do filme que, aparentemente, "encerrava" este universo. Mas já estou em agonia por nunca maisa estrear o tão aguardado comeback (está quase!).


7. - A colecção de Novelas Gráficas da LEVOIR e o risorgimento das grandes edições em BD, num trabalho que prolongou em grande os caminhos traçados por colecções (e anos) anteriores. Foi algo extraordinário ver V De Vingança, Daytripper, A Asa Quebrada ou A Garagem Hermética disponíveis nas bancas a um preço tão bom. Vale a pena salientar também mais uma colecção de histórias da DC (não sou grande conhecedor mas, de qualquer maneira, não resisti a levar alguns tomos para casa), o imperdível Batman Noir e a impecável edição portuguesa de Watchmen, lançada também pela LEVOIR (mais cara, mas igualmente imprescindível em qualquer estante), e os trabalhos de outras editoras, como a Devir, a Polvo (O Pugilista, de 2015 mas lida este ano, é uma novela gráfica excecional), a G-Floy (mega polegar para cima com Má Raça, os dois últimos volumes de Fatale e o épico Miracleman!) e a Tinta Da China (que lançou Os Vampiros, nova obra de Filipe Melo e Juan Cavia, e que é a minha BD portuguesa - e a BD de 2016 - preferida do ano). Para acabar de vez com o estigma da BD como "coisa de crianças"...


8. - Isto. Palavras para quê?



9. - "Hi doggie!" Ou: The Room e restantes sessões de culto. A iniciativa é do Filipe Melo, que numa quarta-feira de cada mês apresenta um filme especial no Nimas. Até agora houve Tommy Wiseau (e dos momentos mais hilariantes que já presenciei numa sala de cinema, muito por culpa da assistência), Jodorowsky e Dante. Para Janeiro já está marcado com Polanski e o seu Fearless Vampire Killers. O Filipe faz de cada sessão um momento inesquecível, com jogos ou com a presença de pessoas interessantes (na sessão de Dezembro, com o Gremlins, houve um Q&A com o Zach Galligan, protagonista do filme). Vale mesmo a pena seguir este ciclo mensal, pelos filmes e tudo o resto!


10. - O novo disco do Samuel Úria e o concerto de apresentação. É o meu disco preferido de 2016, mesmo que tantas coisas belas tenham surgido este ano. Carga De Ombro não me sai da cabeça desde o momento em que o descobri, e já foram muitas as audições em loop de todo o alinhamento. Onze formidáveis canções, apresentadas num concerto igualmente formidável no São Luiz. Das boas memórias musicais de 2016 que vou guardar por muito tempo.


11. - Redescobrir o jardim do Campo Grande e o jardim da Estrela. E agora algo completamente diferente (porque eu também gosto de sair de casa): 2016 foi um ano de grandes passeios, e foi bom ver uma das zonas da minha infância revitalizada desta forma, cheia de gente e com coisas tão bonitas para ver. Entre ler um livro junto ao lago ou fazer um passeio nos míticos barquinhos, o jardim do Campo Grande é um paraíso em Lisboa a visitar regularmente e que "ressuscitou", depois de um longo período de degradação de parte do espaço. Já o jardim da Estrela está igual ao que sempre foi: maravilhoso!


12. - Ascensão e queda do físico. Com o crescimento do streaming crescem as oportunidades de encontrar pechinchas nos mercados do DVD e Blu-ray. Muitas coisas boas encontradas em Portugal e nas black-fridays do estrangeiro, onde encontrei filmes a um quarto do preço das "promoções" feitas para essa sexta-feira cá em Portugal. Preços que se podem caracterizar como da uva mijona. É na hora da morte que estes formatos começam a ter preços mesmo acessíveis. Isto é: mais lá fora do que cá, onde se continua a tentar vender gato por lebre e a cobrar quantias exageradíssimas por quase tudo...


13. - O disco e concerto do Rodrigo Leão e Scott Matthew. Life Is Long é outra das jóias tugas de 2016 que muito apreciei, um belíssimo disco de ponta a ponta. A colaboração entre estes 2 exímios artistas devia continuar em mais uns quantos trabalhos! E o concerto no Coliseu de Lisboa é outra daquelas memórias que vão ficar bem arquivadas na minha mente.


14. - A quinta temporada de Louie. Sim, apanhei isto com um ano de atraso, mas como sempre valeu a pena. Reencontrar Louis C.K. e as suas idiossincrasias já é uma tradição, apesar do ritmo irregular de produção (não sabemos quando ele decidirá voltar com novos episódios). Cada capítulo é imprevisível: entre drama e comédia, o autor aproveita para experimentar vários estilos, sendo esta para mim uma das séries mais originais da TV, e que me surpreende sempre: o Louie poderia ser um grande cineasta (e fez um filme, meio obscuro, que disponibilizou recentemente no seu site). Volta quando quiseres Louie, quer seja com 8 ou 28 episódios!


15. - Um espectáculo de homenagem a Agatha Christie e às suas Dez Figuras Negras (spoiler alert: esta "peça" poderá revelar detalhes importantes sobre essa famosa história), Mistério No Teatro é uma peça interactiva, que me levou a descobrir os recantos do São Jorge para encontrar a solução do caso. Uma das experiências mais divertidas de 2016, e um espectáculo bom a um preço bem acessível!


16. - Tive a oportunidade de contemplar o melhor filme português ever made. Chama-se 1.ª vez 16 mm e é, em poucas palavras, uma pérola. Um festival de nonsense acidental, um filme que poderia ser de culto se tratássemos bem o nosso cinema. Rui Goulart é um dos nossos mavericks, mas este filme é indescritivelmente tosco e hilariante. É daqueles filmes tão errados em tudo que merecem ser vistos e adorados. Querem provas? Vejam isto.


17. - Jorge Palma a solo. Nos 25 anos do álbum Só, uma das minhas maiores referências musicais, o artista preparou uma série de concertos especiais. Estive no primeiro de todos, no CCB, e foi lindo. Tocou o álbum todo e depois vieram Beethoven, Cohen, outros êxitos seus e uma amostra do novo disco que está para chegar.. uma noite emocionante que mostra como o artista não está "acabado", como muitos gostam de maldizer, e que ainda tem muito para nos dar. Bravo!



18. - O Pato Selvagem no D. Maria II. Uma peça excecional de Ibsen com um elenco igualmente excecional. Foi a minha peça preferida de 2016, num ano riquíssimo para o teatro português. Outras boas memórias do teatro deste ano: O Rio na Politécnica e Constelações no Teatro Aberto (foto: Filipe Ferreira).


19 - Allo Allo do princípio ao fim. Nunca tinha conseguido ver toda a série para além das três primeiras temporadas, e graças à reposição na RTP Memória pude colmatar essa falha há muito adiada. Chamem-lhe humor brejeiro ou de "trocadalhos", ou o que quiserem, mas é inesquecível, mesmo quando começa a ser mais cansativo e a perder o gás lá para o último terço de episódios. Vale sempre a pena ver, nem que seja para ouvir os famosos bordões.



20. - 100 Moondog no Maria Matos. Com este espectáculo descobri um autor de quem nunca tinha ouvido falar. A minha deficiente cultura musical ficou um bocadinho melhor graças a este belo concerto, e agora Moondog já faz parte da minha "lista" de centenas de referências musicais, para ouvir hoje e sempre. E era bom que o João Lobo, o Filipe Melo e os restantes músicos partissem numa digressão e fossem mostrar a obra do compositor a todo o país!

À Beira do Abismo - O Início


No último dia de 2016, eis aqui um cheirinho do que podem esperar de À Beira do Abismo. Um teaser que serve de prólogo ao único talk-show detectivesco da História do podcastismo português (quiçá do Mundo!). O Inspector Sax (sim, o nome mais subtil da História das Coisas) irá descobrir uma série de entrevistas a grandes convidados, que poderão esconder pistas para a chave de um estranho mistério. É o início de uma grande aventura, que podem ouvir aqui. Boas entradas!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Lucky Luke e a jornada dos emigrantes


Mais um daqueles textos que, de quando em vez, arquitecto para a Máquina de Escrever. Este é sobre «A Terra Prometida», novo álbum da saga interminável de Lucky Luke. Como o tempo e a obra feita comprovam, não sou a pessoa indicada para escrever coisas interessantes, mas de qualquer maneira, fica o link para esse artigo: aqui.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

As Novas Aventuras dos Quatro Cabeleiras


«Help!», de 1965, é o segundo filme protagonizado pelos Beatles, e que, com os seus pares «A Hard Day's Night» e «Yellow Submarine» forma aquela que é, provavelmente, a trilogia não-intencional mais estranha do cinema. Nesta comédia caótica há um desfile de gags nonsense e/ou patetas, em que não são as partes, ou a soma das mesmas, que proporcionam o objectivo principal para o espectador – e não é só “por ter os Beatles que o filme vae. Na verdade, «Help!» poderia ter sido completamente esquecido pelo tempo, ou ser visto aos olhos da contemporaneidade como, simplesmente, um exemplo agradável, mas datado, dos potenciais da nova comédia que estava a surgir, e que ganharia uma das suas maiores imagens de marca com os Monty Python (mas o «Flying Circus» só chegaria aos lares britânicos em 69). No entanto, há aqui duas coisas que salvam o filme - e neste caso a "salvação" passa por transformar esta salganhada de pequenos sketches com fio condutor dentro num filme hilariante e marcante, não só do percurso e da imagem mediática dos Beatles, como também da relação da obra com a personalidade de cada beatle. 

A primeira é, obviamente, o elenco que faz parte de «Help!» e a forma como o mesmo utiliza as características daquele que poderia ser um banal divertimento de domingo à tarde. Há os Beatles e as suas músicas (numa fase que parece ser um meio termo entre os anos "estrelas super pop" e a fase introspectiva e experimental que culminou no fim do grupo), uma belíssima galeria de actores secundários, os diálogos orelhudos e o timing perfeito e enérgico de cada situação - que se podem comparar, em parte, ao que os mestres do mudo e dos primórdios do sonoro tentaram fazer assemelhando-se também às comédias satíricas de Tati, misturando sempre explosivamente o potencial cómico dos gestos com o do que é dito e não dito. É claro que, no fim de contas, toda a estrutura do filme acaba por ser esquecível: há uma seita religiosa que anda atrás de Ringo? Há sim senhora. Mas nos entretantos, enquanto o plot se evapora da nossa cabeça por ser tão rebuscado, existem números musicais suculentos e piscadelas de olho à cultura pop para contemplar em cada recanto. E por isso, o que interessa a demanda dos membros de uma religião duvidosa e sangrenta quando o mesmo Starr começa a imitar o monstro de Frankenstein ou os seus colegas de banda estão alguns minutos a disparatar para direcções totalmente opostas dentro da mesma casa? 

A segunda coisa está no realizador do filme. Richard Lester percebeu os Beatles como mais nenhum outro cineasta da sua geração. Um tipo irreverente que aproveitava os recursos da montagem e das inovações trazidas pelas novas correntes de cinema, que os captou como ninguém, a eles e ao seu estilo, às suas cabeleiras demoníacas, ao sentido de humor e à energia constante e aliciante inerente às canções e às sensações que transmitem. Não estamos a falar, portanto, de um realizador escolhido aleatoriamente, para cumprir o simples papel de um tarefeiro não-comprometido com o material que está a filmar, e que prefere encostar-se à sombra dos dólares do que um filme com pés e cabeça. Lester sabia mesmo o que estava a fazer e, em vez de fazer uma homenagem aos Beatles, aproveita, mais uma vez (depois do filme anterior) para mostrar aos espectadores aquilo que não esperavam ver da banda: é que, apesar de serem óptimos artistas, eles também sabem fazer de palhaços com muita graça. E daí, repetimos, está outro factor que permitiu a longevidade de «Help!»: tudo adequa-se aos Beatles, todos os elementos técnicos encaixam tão bem nos corpos dos artistas, que o resultado final (aparte alguns pormenorezinhos kitsch) revela-se ainda hoje revolucionário. 

Do princípio ao fim, «Help!» é isso: um filme dos Beatles que, pela tão perfeita junção de alguns elementos tão simples, resistiu tão bem ao tempo. Nos antigamentes, tínhamos estrelas como o Elvis, que faziam fitas para agradar as fãs sem potenciarem nada mais do que um artist product placement em 90 ou 120 minutos. Já os Beatles fizeram o contrário. Claro que os filmes servem para servir as canções, mas eles quiseram dar-nos bem mais do que isso (e daí que as imagens e os sons se conjuguem tão bem). Em «Hard Day's Night», o melhor filme do tal tríptico que não é suposto ser assim designado, há uma sátira apurada sobre a histeria da beatlemania; «Yellow Submarine» é um delírio psicadélico risível mas, à época, inovador; e «Help», o mais divertido deste pequeno conjunto, é um exercício de pura anarquia cómica, cheio de pequenos detalhes deliciosos. Se os Beatles não tivessem escolhido a música, o mundo perderia belíssimas cantigas - mas por outro lado, seria fantásticos vê-los a competir com os Python e seus contemporâneos, naqueles tempos em que o cinema e o humor de massas não tinham medo de se reinventar.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Não, este blog ainda não está morto, mas...

...o papagaio está. Mesmo. De certeza. Absoluta. Sintética. Analítica.

Os Filmes do DocLisboa 2016



Andei no DocLisboa 2016 a ver filmes e relatei tudo na Máquina de Escrever. Em suma, foram dias em que se viram algumas belíssimas surpresas e outros filmes para esquecer. Tudo está bem detalhado aqui.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Coisas que se escrevem



O que Nick Cave e os Beatles têm em comum, além de serem duas enormes monstruosidades da História da Música? Ambos foram objecto de documentários que saíram em 2016, e eu escrevi sobre os mesmos na Máquina de Escrever. «One More Time With Feeling» e «Eight Days A Week: The Touring Years» são dois filmes imperdíveis. Para lerem os bitaites que teclei, basta ir até aqui e aqui, respectivamente.

Com a verdade me enganas







True Crime - Clint Eastwood, 1998